Os manjares do rei

Salmos 17:3

Sondas-me o coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e iniqüidade nenhuma encontras em mim, a minha boca não transgride.”

Daniel 6:4

“Então, os presidentes e os sátrapas procuravam ocasião para acusar a Daniel, mas não puderam achá-la, nem culpa alguma, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa.”

Daniel era um jovem íntegro e reto aos olhos de Deus e dos homens. Era sábio e obediente ao Senhor. Desde a sua infância, quando veio morar no palácio do rei temia contaminar-se das iguarias do reino e preferiu abster-se de tudo que por ventura pudesse desviá-lo de seu caminho. Trazendo para os dias de hoje tento identificar quais são as iguarias do rei na minha vida, o que tem tentado me desviar do caminho do Senhor? Estou abrindo mão dessas coisas? Daniel, além de preferir se alimentar de legumes e água ainda afirmou ao mordomo que ao final dos dez dias estaria ele e seus amigos tão fortes e saudáveis quanto os outros. Quando optamos pela vontade de Deus temos a plena convicção que Ele estará no controle, por isso Daniel afirmou que eles não ficariam abatidos. Daniel era apenas um jovem, não tinha muita experiência com Deus para contar como os mais velhos de sua época, mas a palavra do Senhor diz que desde o primeiro dia em que Daniel aplicou o seu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, foram ouvidas as suas palavras. Daniel 10:12. Assim seja em nossas vidas, não importando a idade, pois conhecer o Senhor desde cedo foi privilégio para poucos. Nem mesmo pessoas que nasceram em berço evangélico tiveram a mesma postura daquele jovem. Vejo que um dos segredos de Daniel era a postura, recolhia-se para buscar ao Senhor três vezes ao dia “como era de costume…” em nenhum momento negociou a sua fé ou se aproveitou de situações para conseguir algo, ao contrário disso ele usava sim o dom que recebera de Deus, mas com humildade e temor.

Voltei o rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, pano de saco e cinza.” Daniel 9:3.

Não é de se espantar que o Senhor o tenha livrado da fornalha de fogo ardente e da cova dos leões… e além de tudo isso revelar seus mistérios a ele.

Refletindo sobre a vida de Daniel vejo o quão sou pequena diante de tantos homens fiéis e ousados que o Senhor levantou no passado. Vejo que o “muito” que acho que faço não é nada perto das batalhas e dos livramentos que eles passaram. O que me impede hoje de ser igual a eles? São as iguarias do rei que fazem bem ao meu ego? A postura, igual a de Daniel, que não era conhecido apenas pelo dom de interpretar sonhos, mas pela sua vida reta diante do Senhor. Será que todos os dias posso fazer essa oração de salmos? Ou ainda, os que procurarem ocasião contra mim acharão culpa? Falta postura!

Essa palavra me partiu em pedaços, o Senhor me levou novamente a ler esse livro e de fato eu não havia aprendido nada na primeira leitura. Deixei passar despercebidos tantos segredos que o Senhor queria me ensinar. O nosso Deus só nos revelará os seus mistérios, como revelou a Daniel, quando assumirmos uma postura diante Dele e permanecer fiel.

Que o Senhor nos dê graça e nos conduza ao centro da Sua vontade.

Postado Por: Priscila Estevão

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A CRUZ – Humildade

Genteee…que semana!!!

Pra começar, estou de mudança no serviço fazem 2 semanas, e pra ajudar, meu PC queimouuu….

Mas, enfim, Deus sabe de tudo. Vamos direto ao assunto?

Semana retrasada (faz tempo né) eu havia começado uma nova série de estudos sobre a cruz, e, como prometido, vou continuar essa aventura.

Como havia dito no ultimo estudo, a cruz foi um instrumento que Jesus usou para que fôssemos salvos. Mas, como havia dito, a cruz é mais do que isso. Veja algumas palavras de Jesus:

Lucas 9:23

E dizia a todos: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.”

 Carregar a cruz, é renunciar-se, é necessario que o crente carregue a cruz, pois assim a carne não consegue prevalecer, o peso da cruz não deixa.

Quando carregamos a cruz, aprendemos a:

Sermos humildes: Aprendemos a reconhecer nossos erros e aceitar ajuda daqueles que a oferecem.

Sermos submissos: Começamos a entender que nossos líderes não estão alí só de enfeite. Assim como Jesus obedeceu a Deus aceitando a morte de cruz, devemos parar de questionar o que os líderes nos pedem e compreendermos que eles são instrumentos usados por Deus e fazem tudo debaixo da vontade Dele.

Sermos amorosos: Compreendemos que nada supera o amor que Jesus teve por nós naquela cruz, por isso conseguimos amar o nosso próximo com toda a nossa força.

Fica aí um videozinho pra vocês: